sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Por tanto desamor me veio o amor, mesmo que em apenas pensamentos.
Foram tantas as vezes das quais me via procurando aquilo que dizem ser “improcurável”. E logo imagino que a primeira coisa que vem a cabeça de todos seria a procura do amor, mas não. É algo muito mais fundo, muito mais além, algo que talvez não exista mesmo, porque se existisse acabaria com todo aquele encanto. A medida que fui pensando nessa quebra de encanto eu resolvi parar, parar de pensar, procurar, querer as repostas e percebi que basta sentir, deixar levar, arriscar, querer. É uma junção de tantas coisas que formam um amor, e aquele enredo todo. Mas os atores principais normalmente se esquecem, se traem, se magoam, e desacreditam que isso possa ser real. Acredito no amor, no que ele é capaz de fazer seja tu uma pessoa de 16, ou 30 anos. Cada um sente de um jeito diferente, com suas manias e convicções. E para aqueles que dizem que se há dor não há amor eu tenho que discordar, o amor une todos os sentimentos e sensações possíveis. O que não existe é ele fazer com que vivamos na dor, isso não. Pra todos que procuram por isso, aconselho a parar de procurar, viva, aproveite tudo que a vida te proporciona, quando for pra acontecer não tenha duvidas de que acontecerá. E a ti, que já possui o que julga o seu grande amor: valorize, aproveite cada instante, não deixa que bobeiras ocasionem brigas, respeite, e acima de tudo ame, com todo o coração sem ficar a espera de retribuição, ela vem sozinha com a reciprocidade. Todo mundo merece o melhor, todo.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Muito importante..
O que faz algo ou alguém se tornar essencial em nossas vidas? Porque cada vez mais eu tenho questionado o porque de certas pessoas dizerem "eu te amo" ou "você vale muito pra mim", parece, quer dizer, virou, tão banalizado esses sentimentos. Mas eles deveriam ser extremamente sinceros e não sei, fico perdida. Tudo bem, tem certos casos que parece que há tempos existe uma amizade, mas é realmente sincero? Tu realmente pode contar com aquela pessoa que conheceu apenas há alguns dias? Eu acho que o amor só existe depois de um tempo, mais decente do que 2 dias ou 1 semana por favor, e ele nasce após uma sequencia de atitudes que dispertam na gente esse sentimento tão grande de afeto e de... bom, de tanta coisa. Existe modos e modos de se amar uma pessoa, de se gostar de uma pessoa, mas parece que é tão complicado acreditarem nisso, ou no minimo saberem diferenciar. Voltando ao ponto, eu sinto falta daquela sinceridade nos sentimentos, nas coisas que eram ditas não só por serem ditas, mas sim por serem realmente sentidas, e passadas. Hoje todo mundo ama todo mundo, tendo conhecido a quanto tempo for, todo mundo se quer bem, todo mundo vive num mundinho perfeito onde todos são amigos... e por trás todos, ok quase todos, se querem mal, falam mal um dos outros, ou se iludem com algo (uma pessoa) que de fato nunca existiu, não daquele jeito. Enfim, antes que tudo comece a ficar confuso eu só queria deixar claro a falta que sinto disso, de ser sincero, de sentir de verdade, de se confiar naquele que chamamos de amigo. Afinal, se não pode confiar neles, em quem mais vamos? é isso ai, talvez eu queira demais... mas as coisas podem sempre mudar, e melhorar, confio nisso!
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Sem saber.
Foram inumeras as vezes que deixei tudo de lado pra agir do modo que fosse melhor pra ti. Me deixei levar, me deixei mudar, me dei totalmente e de um modo sem pensar nas consequencias ou no minimo ouvir as pessoas que estavam ao meu redor. Agora me pego sem saber como agir, escrevendo sem olhar ou apagar o que foi digitado, esperando que o tempo apague e destrua cada parte sua que insiste em sobreviver em mim. Eu não quero mais isso, não desejo a ninguém essa experiência que só me trouxe dor, tristeza e mágoas. E o que foi, de fato, ganho com isso? Quem foi o ganhador e o perdedor? Tenho certeza que como de praxe, tu deve ta achando que fez a melhor coisa da sua vida, que saiu como a foda porque disse cada coisa que sabe que quebra, que magoa, mas eu tomaria cuidado... Reveja cada ato, pense nas coisas que faz do mesmo modo como espera que eu faça, mas colocando tuas crenças e aquela coisa que tu insiste em dizer que tem, como se chama mesmo? ah sim... a consciência. Porque eu acho que de nada vale tu expor o quanto ama alguém e o quanto não deseja mais agir errado com ela sendo que não tem essa atitude, quando só sabe esperar que o mundo se vire pra ti e aplauda, em pé se possível. Eu demorei, mas demorei tanto pra parar de cair nos teus truques, e acho que ainda vou levar um tempo pra conseguir de vez não acreditar em mais nem uma palavra. Só que eu cansei, eu me parti ao meio por ti pela ultima vez pra nunca mais. E esse nunca mais eu espero que seja definitivo, porque quem eu trago comigo não merece passar pelas dores que eu passo, ou tentar me ajudar em algo que até eles cansaram... até eles. Por isso eu vou parar com esse meu apelo aos teus e meus atos e vou começar a agir, vou começar a praticar o total desapego porque infelizmente tudo que eu tenho de ti agora é a lembrança de um desastre fatal, que poderia ter sido facilmente evitado. Infelizmente não nego que preciso te agradecer por certas coisas das quais eu não teria aprendido se não fosse tu pra me ensinar, mesmo que na prática, do pior jeito, obrigada. Do fundo do meu coração eu espero que tu nunca mais precise de mim, e torno a firmar que esse nunca mais é definitivo. Bom, é isso, passar bem!
sábado, 13 de novembro de 2010
Rabiscos, rascunhos...
Me pego em momentos de extrema vontade de falar sobre tudo e criatividade para faze-lo. Mais logo ainda me pego perdida em meio de tanto nada. Isso me deixa, de certa forma, sem vontade. Tão logo passa que arranco uma folha do meu, velho, caderno e começo a rabiscar, questionar e desabafar, deixando com que meu lápis marque a folha impiedosamente de um modo que nem a borracha, guiada pelo arrependimento, apague o que foi escrito.
Acredito que o, meu, maior problema na hora de se deixar levar são os sentimentos que querendo ou não interferem demais em tudo. Começo a escrever sobre o azul do céu, mas em seguida já quero falar sobre outra coisa completamente diferente, e espero que tudo se encaixe em um único lugar, fazendo com que fique tudo tão confuso. Pior ainda quando escrevo sobre algo e me falta aquela palavra, ou aquele sentimento que expresse com precisão o que preciso para dar sequencia ao texto. Então já deixo como um aviso que tudo pode soar confuso, sem nexo.. mas é assim que eu sinto e é assim que eu gosto. E fico feliz comigo mesma por estar postando pela primeira vez, finalmente.
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